Facção criminosa “povo de Israel” age de dentro dos presídios do Rio para extorquir por telefone

Eles não controlam favelas, não são vistos empunhando fuzis nem negociam grandes quantidades de drogas. Mas, rejeitados pelas facções do tráfico, passaram a explorar uma modalidade de crime que amedronta as famílias no Rio: o disque-extorsão ou golpe do falso seqüestro. Autodenominado “Povo de Israel”, apesar de não ter qualquer vínculo com religiões, esse grupo, composto em grande parte por detentos do sistema penitenciário do Estado, já reúne centenas de integrantes. Sem outra fonte de renda, são eles os autores, segundo estimativas de agentes da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), de 90% dos golpes por telefone no Estado. (Terra)

COMENTÁRIO:

O assustador não é o advento dessa facção criada há 12 anos, mas a facilidade de portarem celulares dentro dos presídios.

Paulo Teixeira

Paulo Teixeira é carioca, administrador do blogholofote.com.br, cristão evangélico da igreja Assembleia de Deus e atua na internet como blogueiro e articulista, desde 2007, focando assuntos sociais, políticos e religiosos, analisando-os sob a ótica cristã. Licenciado em matemática pela Universidade Castelo Branco (UCB/RJ) e graduando em história pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Perfil no Twitter: PauloTeixeiraRJ

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